Tive uma rica conversa com Roberto Almada, da Gestaliz, que me abriu os olhos para algumas tendências importantes na área do Treinamento e Desenvolvimento corporativo.
Roberto me fez ver:
- T&D não se faz mais sozinho. A questão da educação para o trabalho vai além do desempenho e fica bem mais difícil se for assumida isoladamente. As organizações devem se articular para isso, para seu benefício, do setor em que se inserem e da sociedade como um todo, especialmente na era da inteligência artificial e em nosso país, cujo déficit educacional é gritante. Um dos caminhos para essa articulação são as associações e outro são as parcerias.
- Elementos do cotidiano potencializam a aprendizagem. O mundo do trabalho é o mundo dos jovens e dos adultos, para os quais existem abordagens especializadas para gerar aprendizagem. Foi-se o tempo (todo mundo sabe?!) que treinamento era sinônimo de aula teórica e conhecimento técnico. Tudo está conectado, as pessoas estão individualizadas, e para compreender seu contexto e habilitar-se à sua transformação será preciso criar processos enriquecedores. Não é mais suficiente "transmitir o que eu sei".
- Formas criativas de treinamento estão disponíveis. Roberto me contou de um treinamento que simulou um MasterChef, com várias equipes participando; outro, uma gincana esportiva; outro, foi conduzido por uma regente de Coral de alto nível. As pessoas esqueceram os celulares! Preciso dizer mais?
Existe uma tendência emergente aí, que aos poucos vai se consolidando pela maior disponibilidade de gente capacitada para conduzir esses treinamentos, pelo profissionalismo com que eles são conduzidos, pela profundidade da abordagem e pela forma como envolvem as pessoas por inteiro e pela crença de que o impacto de tudo isso só será conseguido se os esforços tiverem sinergia. Gratidão, Roberto!
Para poder comentar, por favor faça seu login clicando no botão abaixo.
Login