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INTELIGÊNCIA EMPREENDEDORA

Apesar do mundo já estar começando a dar sinais de uma certa “retomada pós-pandemia”, ainda não sabemos exatamente quanto tempo vai durar esse período de readaptação das pessoas e dos mercados, e quais os impactos, efetivamente, ainda iremos sentir, como resultado desse período tão desafiador para todo o planeta.

Ao mesmo tempo que gera muita tristeza, medo, desalento e paralisia; como todas as crises, esse período também gerou algumas oportunidades e acabou estimulando grande parte das pessoas a se reinventar.

Nesse cenário, é essencial saber lidar com a diminuição ou falta de recursos, implodir velhas crenças, quebrar paradigmas, e fazer brotar novas estratégias para ressignificar o negócio, a carreira. Ter pensamento crítico, habilidade criativa, pensamento estratégico, senso de coragem (a partir do entendimento das emoções) e capacidade de resiliência. Isso tudo faz parte da ‘inteligência empreendedora’.

Segundo a professora de empreendedorismo, Heidi Neck, da Babson College, dos Estados Unidos, a inteligência empreendedora possui 3 pilares fundamentais:

 

Mentalidade (Mindset = estilo de vida)

Heidi Neck diz que, a “Inteligência Empreendedora” une os conceitos de inteligência + inteligência emocional + empreendedorismo.

Ter a mentalidade empreendedora é muito mais do que saber técnicas, conseguir informações, ter habilidades ou ser um agente de transformação. Para ser um empreendedor é preciso encarar essa “atividade” como um estilo de vida. É preciso agir, atuar, colocar a “mão na massa”. É sentir o prazer de criar algo de impacto e ter a noção de que o dinheiro é a consequência desse processo, não o foco principal. É ser apaixonado pela busca de soluções, realizações, transformações. Muito mais do que pelo resultado em si. É saber apreciar a jornada.

Para isso, é necessário ter disciplina, resiliência, saber administrar bem as emoções, ter a capacidade de criar e iniciar com os recursos disponíveis no momento, e não esperar o momento ideal.

 

Oportunidades

Um outro pilar fundamental, é a capacidade de enxergar e atuar, efetivamente, com as oportunidades identificadas. Não basta apenas buscar e encontrar, é fundamental fazer acontecer. Mesmo nos cenários mais complexos, aquele que tem a inteligência empreendedora tem a capacidade de enxergar onde poucos conseguem identificar, e tem a capacidade de transformar essas oportunidades em soluções de impacto. No mercado atual, por exemplo, temos inúmeros negócios gerados em comunidades, com alto impacto positivo e verdadeiras transformações sociais, onde a maioria só via problema.

 

Conexão

Para que os pilares anteriores aconteçam com excelência, não menos essencial é a capacidade de conexão, seja com a gente mesmo ou com os outros envolvidos no processo. Para isso, o autoconhecimento é fundamental. Quando me conheço, tenho a tendência de conhecer melhor o outro. Quando me conheço e sei lidar melhor com as diferenças, respeito, tenho empatia e crio melhores conexões. E, para quem tem a inteligência empreendedora, essas conexões são a motivação para “ser e fazer acontecer”.

A partir da atitude do empreendedor, de querer transformar a realidade, cria-se a possibilidade de gerar alternativas para o próprio empreendedor, mas também para as pessoas impactadas positivamente com as soluções encontradas no processo. E esse resultado, normalmente, é o principal motivador, e é o mais esperado por aquele que tem a inteligência empreendedora.

Vamos colocar a mão na massa e construir um mundo melhor juntos?

Quer saber mais sobre inteligência empreendedora e negócios de impacto? Mande uma mensagem pra gente.

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