Muitas empresas acreditam que crescer é vender mais.
Mas, do ponto de vista financeiro, crescer é absorver custo sem perder controle.
E é aí que muita empresa se perde.
No início, o crescimento parece saudável.
A receita sobe,
O volume aumenta,
O caixa respira.
Mas, aos poucos, começam a surgir custos que ninguém planejou.
Mais clientes exigem mais suporte.
Mais operações exigem mais gente.
Mais decisões exigem mais tempo de liderança.
E quando a estrutura não cresce junto, o custo aparece onde quase ninguém está olhando.
Custo em retrabalho.
Custo em horas improdutivas.
Custo em soluções duplicadas.
Custo em decisões erradas, tomadas sem informação completa.
Esses custos raramente aparecem como uma linha clara no orçamento.
Eles se escondem.
Estão no contrato que ninguém revisou.
Na ferramenta que foi comprada para resolver um problema pontual e ficou.
No time sobrecarregado que precisa de reforço antes do previsto.
O que funcionava com uma estrutura enxuta vira um passivo silencioso quando a empresa cresce.
Nesse cenário, a tecnologia deixa de ser alavanca financeira
e passa a ser um centro de custo imprevisível.
Não porque é cara.
Mas porque é fragmentada.
Cada área decide um pedaço.
Cada fornecedor cobra a sua parte.
E ninguém enxerga o custo total do ambiente.
O resultado aparece no DRE de forma indireta:
- margens pressionadas
- custos operacionais crescendo mais rápido que a receita
- investimentos feitos sem retorno claro
- dificuldade de prever o impacto financeiro de novas decisões
Empresas financeiramente maduras entendem que crescimento sem estrutura é crescimento caro.
Elas investem menos em remendo
e mais em integração.
Menos em apagar incêndio
e mais em previsibilidade.
Porque crescer não é só aumentar faturamento.
É manter margem.
É controlar risco.
É saber exatamente quanto custa operar hoje — e quanto vai custar amanhã.
Crescer é fácil.
Crescer sem saber para onde o dinheiro está escapando é o que compromete o futuro.
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