| Isonomia tributária: setor produtivo se une contra retrocessos |
O Sinditec reforça seu posicionamento em defesa da isonomia tributária no comércio eletrônico ao assinar o manifesto que reúne entidades representativas do setor produtivo e do varejo nacional. A iniciativa, encaminhada ao Congresso Nacional, ao Poder Executivo e a demais autoridades, destaca a necessidade de um ambiente competitivo mais equilibrado diante do avanço das plataformas internacionais de e-commerce.
Entenda:
Nos últimos dias, surgiram discussões sobre a possível retomada da isenção de impostos para produtos importados vendidos por plataformas estrangeiras — medida que representaria um retrocesso significativo.
Avanços conquistados com a tributação:
* Geração expressiva de empregos no comércio e na indústria
* Crescimento do varejo e retomada de investimentos
* Aumento da renda e da massa salarial no país
* Mais arrecadação pública e equilíbrio fiscal
* Produtos nacionais mais competitivos, com qualidade e segurança
Além disso, dados recentes mostram que setores como têxtil, calçados e eletroeletrônicos voltaram a crescer, impulsionados por um cenário mais justo.
Por que defender a “taxa das blusinhas”?
Apesar do nome popular, a medida vai muito além do vestuário. Trata-se de garantir que empresas brasileiras não concorram em desvantagem com gigantes internacionais que operam com cargas tributárias significativamente menores.
Manter essa política é essencial para:
Proteger empregos
Estimular a produção nacional
Garantir justiça tributária
Fortalecer a economia brasileira
Posicionamento do setor
As entidades signatárias são claras:
não se trata de privilégio, mas de equilíbrio.
O Brasil precisa avançar — e não retroceder — na construção de um ambiente competitivo justo.
NÃO ao fim da “taxa das blusinhas”.
SIM à isonomia e à justiça tributária.
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